Este guia organiza autodefinição travesti e contexto histórico brasileiro. Termos de identidade funcionam melhor como autodefinição e carregam histórias diferentes conforme cultura, geração e contexto.
Este guia organiza fetichização invasiva, insistência e respeito a um não. Consentimento precisa ser livre, específico e contínuo. Interesse não elimina limites e um não não exige justificativa.
Este guia organiza uso autodefinido do termo em contextos adultos e consensuais. Termos de identidade funcionam melhor como autodefinição e carregam histórias diferentes conforme cultura, geração e contexto.
Este guia organiza diferenças entre expressão, identidade, cultura e prática. Termos de identidade funcionam melhor como autodefinição e carregam histórias diferentes conforme cultura, geração e contexto.
Algumas pessoas não binárias usam elu/delu; outras preferem ele/dele, ela/dela ou alternam formas. O pronome correto é o informado por cada pessoa, e a neutralidade também pode ser construída reformulando frases.
Redes sociais misturam públicos diferentes, por isso nome e pronome exigem atenção à privacidade. O que uma pessoa usa em um grupo não autoriza revelar sua identidade em outro espaço, marcar perfis antigos ou corrigir publicamente sem necessidade.
Inclusão no trabalho começa em sistemas e hábitos previsíveis. Campos de nome social, apresentação opcional de pronomes, termos neutros para grupos e correções discretas reduzem o peso de cada pessoa precisar negociar respeito sozinha.
Glossários ajudam a iniciar conversas, mas palavras mudam entre culturas, gerações e pessoas. Identidade é quem alguém é; expressão é como se apresenta; orientação descreve atração; cis, trans, não binárie e femboy não funcionam como caixas mutuamente exclusivas.